Evgen Bavcar é um fotógrafo esloveno e bem conhecido que ficou cego aos 12 anos e nunca viu um dos seus trabalhos – conhece-os apenas com ajuda de descrições. Com ajuda da irmã, ele desenvolveu técnicas de captura de imagem como o alto contraste, o uso de feiches, de sinos e do toque. Pros que acham seu trabalho quase impossível, ele explica: “a fotografia não é exclusividade de quem pode enxergar. Nós também construímos imagens interiores”. Conheça alguns trabalhos dele:



Material Via Hypness
Não sei você, mas não acho nada normal passarmos as três últimas semanas ouvindo e convivendo com acidentes com carro com vítimas fatais em Santa Rita. Três semanas convivendo com o luto de parentes e amigos de quatro jovens com seus sorrisos, suas histórias e seus futuros interrompidos.
Como cristão, valorizo a vida. Valorizo as amizades, os sorrisos, as histórias que ficam pra sempre. E não aceito que estas vidas simplesmente desapareçam da nossa vista, do nosso convívio do dia para a noite. Não me importa saber os motivos, os porquês, isso fica a cargo das autoridades competentes. Apenas não aceito e ponto.
Acredito que nós como cidadãos devemos fazer nossa parte pra por um ponto final nessas tragédias. Queremos vida e lutamos pela vida. Que Deus dê força a quem precisar de força e que Deus console quem precisa de consolo.
E nós devemos sim, fazer a nossa parte. Apoiar os amigos e famílias em luto oferecendo o que pudermos, cada um com sua condição; zelar mais pela nossa segurança e daqueles que convivem conosco; usar das nossas habilidades e talentos para avisar a cidade que nós não aceitamos mais este tipo de tragédia em nossa cidade e pedir a Deus proteção para nossa cidade e nossos jovens, assim como também pedir ajuda para que nós possamos também fazer a nossa parte pelo fim destas histórias tristes.
Que nós como sociedade possamos combater juntos estas tragédias para que Santa Rita fique livre de mais perdas. Que Deus nos abençoe.
E para as famílias, fica aqui o meu singelo, porém sinceros sentimentos.
Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos.
A média era 100.
Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal.
(Não significou nada – no dia seguinte eu ainda era um soldado raso da KP – Kitchen Police)
Durante toda minha vida consegui notas como essa, o que sempre me deu uma ideia de que eu era realmente muito inteligente. E eu imaginava que as outras pessoas também achavam isso.
Porém, na verdade, será que essas notas não significam apenas que eu sou muito bom para responder um tipo específico de perguntas acadêmicas, consideradas pertinentes pelas pessoas que formularam esses testes de inteligência, e que provavelmente têm uma habilidade intelectual parecida com a minha?
Por exemplo, eu conhecia um mecânico que jamais conseguiria passar em um teste desses, acho que não chegaria a fazer 80 pontos. Portanto, sempre me considerei muito mais inteligente que ele.
Mas, quando acontecia alguma coisa com o meu carro e eu precisava de alguém para dar um jeito rápido, era ele que eu procurava. Observava como ele investigava a situação enquanto fazia seus pronunciamentos sábios e profundos, como se fossem oráculos divinos.
No fim, ele sempre consertava meu carro.
Então imagine se esses testes de inteligência fossem preparados pelo meu mecânico.
Ou por um carpinteiro, ou um fazendeiro, ou qualquer outro que não fosse um acadêmico.
Em qualquer desses testes eu comprovaria minha total ignorância e estupidez. Na verdade, seria mesmo considerado um ignorante, um estúpido.
Em um mundo onde eu não pudesse me valer do meu treinamento acadêmico ou do meu talento com as palavras e tivesse que fazer algum trabalho com as minhas mãos ou desembaraçar alguma coisa complicada eu me daria muito mal.
A minha inteligência, portanto, não é algo absoluto mas sim algo imposto como tal, por uma pequena parcela da sociedade em que vivo.
Vamos considerar o meu mecânico, mais uma vez.
Ele adorava contar piadas.
Certa vez ele levantou sua cabeça por cima do capô do meu carro e me perguntou:
“Doutor, um surdo-mudo entrou numa loja de construção para comprar uns pregos. Ele colocou dois dedos no balcão como se estivesse segurando um prego invisível e com a outra mão, imitou umas marteladas. O balconista trouxe então um martelo. Ele balançou a cabeça de um lado para o outro negativamente e apontou para os dedos no balcão. Dessa vez o balconista trouxe vários pregos, ele escolheu o tamanho que queria e foi embora. O cliente seguinte era um cego. Ele queria comprar uma tesoura. Como o senhor acha que ele fez?”
Eu levantei minha mão e “cortei o ar” com dois dedos, como uma tesoura.
“Mas você é muito burro mesmo! Ele simplesmente abriu a boca e usou a voz para pedir”
Enquanto meu mecânico gargalhava, ele ainda falou:
“Tô fazendo essa pegadinha com todos os clientes hoje.”
“E muitos caíram?” perguntei esperançoso.
“Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar”.
“Ah é? Por quê?”
“Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto”
“E muitos caíram?” perguntei esperançoso.
“Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar”.
“Ah é? Por quê?”
“Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto”
E algo dentro de mim dizia que ele tinha alguma razão nisso tudo.
(por Isaac Asimov - Fonte Update or Die)
(tradução livre do original “What is inteligence, anyway?”)
É engraçado como as pessoas acham que precisam de grandes acontecimentos para sentir Deus. É engraçado como preparam eventos e criam expectativas. Muitas vezes senti Deus tão mais perto de mim dentro de 4 paredes do que em eventos como esses. E mais, é engraçado como certas pessoas se referem a Deus com toda aquela formalidade ao falar com Ele que, não julgo, mas me pergunto se elas falam assim com seus amigos, aqueles que elas se dizem íntimas.
Sabe, eu trato Deus com reverência sim, mas mais ainda como meu amigo. Acho tão superficial um relacionamento só de formalidades.
E é tão bom saber que Deus é sim, o meu Senhor, mas que mais ainda é meu amigo. Aquele cara que te acorda com um sorriso, que vai com você pra faculdade, que conversa com você no trabalho, que almoça contigo, que ao pôr-do-sol vai caminhar na beira da praia com você.
É bom saber também que no fim daquele dia tenso, você pode chegar em casa, sentar na cama, e convidar este seu amigo, para bater um papo sobre tudo o que lhe aconteceu. Desabafar no chuveiro, chorar feito um bebezão e ainda sentir o calor do abraço desse amigo.
Deus não é Deus de eventos e Ele nem quer ser. Ele é Deus de dia-a-dia. Ele é o Deus do seu cotidiano. Cotidiano conturbado muitas vezes, irritante, suado, estressante, horrível, mas Ele ainda é o Deus do seu dia-a-dia.
Deus, o amigo que se manifesta em detalhes. É o sol que reflete no rosto logo de manhã pela janela do quarto. É o pão que te alimentou pela manhã. É a segurança que te acompanhou até o trabalho. Aquele bilhete animador que um amigo mandou. É olhar de sua esposa e filhos, ou de seus pais e namorado, ou mesmo do seu cachorro.
Sacou o assunto desse texto? É Deus no seu dia-a-dia! Como um amigo, como alguém que está perto, não num trono, num céu distante, mas junto de você!
Hoje eu senti a presença de Deus tocando flauta-doce, ridiculamente, brincando com as melodias que saiam da minha flauta. Melodias que ficaram bonitas, melodias que fizeram sentido. Melodias que pude ouvir à Deus, em cada nota, na dinâmica que fosse.
Reconheça-O no seu dia-a-dia. Veja o colorido das flores, ouça os pássaros, a criança a brincar de bola, o idoso que se orgulha da vida. Tudo isso é um carinho de Deus em nós.
Por Camila Zaponi
Perdi muito tempo em minha vida assistindo pregações que apontavam a tecnologia e os meios de comunicação como o anticristo ou como sinais da temível “nova era” que nunca chegou. Primeiro a TV, depois a música e então a Internet. Tudo foi precipitadamente demonizado, aumentando ainda mais o abismo cultural do cristão em meio a um mundo em constante mudança.
Esta análise não é sobre os meios de comunicação em si, mas sobre como há um desafio ainda desconhecido de uma geração a respeito de como pode (e deve) um cristão interagir intensamente com a cultura que o cerca sem que seja corrompido por ela. Isto por que desconectar-se do mundo e da cultura é o mesmo que cometer suicídio ou mudar-se pra um convento afastado da civilização. Se não consumirmos/produzirmos cultura, nos afastamos das pessoas e perdemos a capacidade de traduzir as verdades eternas do Reino na linguagem que as pessoas compreendem.
Mas o ponto é: o que há de errado com a produção cultural contemporânea? Por que somos sutilmente corrompidos pelo desejo de espiar a vida alheia nos inúmeros reality shows? Por que assistimos novelas que mexem com nosso senso de justiça ao nos fazerem muitas vezes torcer pelo divórcio, pelo assassinato ou pelo bandido da história?
Quando li nos sites de notícias que alguns “crentes” estariam na nova edição do Big Brother, não esbocei a menor sensação de esperança. Quando vi a Globo transmitir um Festival Gospel produzido no Rio de Janeiro às custas dos cofres públicos, não fiquei nem um pouco animado. Quando cantores góspeis cantaram lado a lado com as “coleguinhas” semi-nuas no Caldeirão do Huck, percebi que tudo realmente não passa de mais do mesmo. Interesses comerciais continuam tentando manipular a opinião do cristão de modo a consolidar mais um mercado consumidor obediente e não crítico. E enquanto isso alguns de nós comemoram como se houvesse algum mérito em ter espaço na mídia.
Se seus olhos e sua alma pertencem à este modelo de produção cultural, sinto muito por você.
A verdade é que deste tipo de “cultura” eu quero distância. Creio sim que deveríamos participar do BBB, de shows e de programas de auditório. Mas como cristão autêntico, penso que se eu tiver uma chance de sair em rede nacional, não irei desperdiçar isto de maneira alguma. Quero ser como Michael Moore em 2002, quando recebeu o Oscar de melhor Documentário (Tiros em Columbine) e com toda a ousadia proclamou desaforos no microfone a respeito da política estadunidense e de seu então presidente George Bush. É claro que desde então Moore nunca mais será indicado a nenhum tipo de premiação, ainda que produza verdadeiras relíquias cinematográficas. Mas ele foi autêntico e ousado. Como nós que adoramos nos denominar “profetas” deveríamos ser.
A verdade é que deste tipo de “cultura” eu quero distância. Creio sim que deveríamos participar do BBB, de shows e de programas de auditório. Mas como cristão autêntico, penso que se eu tiver uma chance de sair em rede nacional, não irei desperdiçar isto de maneira alguma. Quero ser como Michael Moore em 2002, quando recebeu o Oscar de melhor Documentário (Tiros em Columbine) e com toda a ousadia proclamou desaforos no microfone a respeito da política estadunidense e de seu então presidente George Bush. É claro que desde então Moore nunca mais será indicado a nenhum tipo de premiação, ainda que produza verdadeiras relíquias cinematográficas. Mas ele foi autêntico e ousado. Como nós que adoramos nos denominar “profetas” deveríamos ser.
Selecionar o que consumimos é prudente e com certeza faz toda a diferença em nosso caráter. Mas isto não está restrito a regras do tipo “não veja TV”. Cada um deve discernir diretamente da parte de Deus quais são os limites considerados seguros para si. E se ultrapassar tais limites (ou exigir que outros se guiem pelos seus limites pessoais), então estará em pecado.
Maravilhoso será o dia em que formos capazes de influenciar os meios de comunicação pelos nossos valores inflexíveis. Que sejamos o povo do equilíbrio e da coerência, de modo que a mídia nos TEMA pelo motivo correto. Maravilhoso será quando soubermos aproveitar todas as oportunidades para relacionar a fé redentora em Cristo à cultura compreensível a este mundo. Que a ponte entre o Reino de Deus e The Matrix, entre a Redenção e Pulp Fiction, entre o discipulado e Clube da Luta… que tudo isto seja algo natural para nós, contribuindo de maneira não passiva.
Deus salve a cultura! E que Deus nos salve de nos corrompermos com as coisas tão belas que Ele mesmo nos permitiu criar.
Por Ariovaldo Jr para a Revista Expresso Cristão
A Time adora listas. É 100 'um monte de coisa' que eles sempre divulgam. É influencia, é Twitter, é riqueza e 100+ um monte de coisa. E agora divulgaram a lista dos 100 mais de todos os tempos. Pessoas que, segundo a publicação deram uma contribuição acima do comum (para o bem ou para o mal) e marcaram a sua geração a ponto das futuras continuarem conhecendo a vida e feitos destas pessoas.
E para a surpresa (não, para a nossa alegria não! hehe) geral da nação, o Zuckemberg faz companhia a homens como Napoleão, Leonardo da Vinci, Hitler ou Martin Luther King. Segundo a publicação, ele é a única pessoa do século XXI presente na lista.
Não, não é um artigo 'fanboy' do Zuckemberg, apesar de saber da importância dele para a nossa geração. A surpresa - e o bacana - é o fato dele ser totalmente o contrário do esteriótipo de gente sucedida da nossa geração, sem ternos e sem 'cara de executivo'. É curiosidade mesmo ver um ser que ia nas primeiras reuniões de negócios de chinelo ter essa influência e esse poder de 'mudar' (por favor, entenda este meu termo mudar aqui hein?) sua geração.
Como estou com uma baita preguiça de traduzir tudo e é facinho entender a matéria, estou enviando o link e te convido a ler pois é muito interessante, combinado?
Os 100 mais de todos os tempos da TIME
[...]
E para a surpresa (não, para a nossa alegria não! hehe) geral da nação, o Zuckemberg faz companhia a homens como Napoleão, Leonardo da Vinci, Hitler ou Martin Luther King. Segundo a publicação, ele é a única pessoa do século XXI presente na lista.
Não, não é um artigo 'fanboy' do Zuckemberg, apesar de saber da importância dele para a nossa geração. A surpresa - e o bacana - é o fato dele ser totalmente o contrário do esteriótipo de gente sucedida da nossa geração, sem ternos e sem 'cara de executivo'. É curiosidade mesmo ver um ser que ia nas primeiras reuniões de negócios de chinelo ter essa influência e esse poder de 'mudar' (por favor, entenda este meu termo mudar aqui hein?) sua geração.
Como estou com uma baita preguiça de traduzir tudo e é facinho entender a matéria, estou enviando o link e te convido a ler pois é muito interessante, combinado?
Os 100 mais de todos os tempos da TIME
Uma coisa que me deixa completamente maluco de doido é essa associação a 'coisa do capeta' que fazem ao lidar com 'propaganda subliminar' ou coisa do tipo. Como publicitário, é dever meu avisar você que não é bem assim. Se 'estúdios satanistas fazem coisas subliminares' e coisas do tipo, não significa que tudo que é subliminar é 'from hell'.
Para te mostrar que usar do subconsciente humano também pode ser algo muito criativo e bacana de se ver. Trago aqui algumas logomarcas famosas e que você provavelmente até conhece, porém conhecerá de uma forma diferente, vendo onde pequenos detalhes que passam desapercebidos podem fazer a diferença.
1. Amazon

Se você acha que a seta da Amazon simboliza apenas um sorriso, veja de novo. Além do sorriso que mostra a satisfação dos clientes, também indica que possui todos os artigos, de 'A' a 'Z', através da ligação da mesma seta.
2. Toblerone

A imagem da montanha é referência aos Alpes Suíços e também a um... urso. Sim meu amigo(a), como a terra natal dos Toblerones é em Berna, a 'cidade dos Ursos', repare que a montanha esconde um urso, representando ao mesmo tempo no logo os Alpes e a cidade de Berna com seus ursos.
3. FedEx

Para uma empresa de entregas, rapidez e agilidade são as marcas principais não são? E é por isso que a FedEx fixa isto mais forte na sua mente através da seta que está no 'Ex' da logo. Olhe de novo. Viu a seta? Agora sabe que eles querem dizer que são rápidos.
4. Baskin Robins

A marca queria dizer que tinha 31 sabores a escolha e... colocou na logomarca. Repare a parte rosa do 'BR' que se torna um '31'.
Eight Logo |
![]() |
| Qual a melhor maneira de reforçar a palavra 'OITO' na cabeça das pessoas? Simples, escreva o 'eight' usando apenas o número 8 e fazendo os ajustes necessários. |
6. Galerias Lafayette

Quem foi para Paris com certeza foi na Lafayette, porém não são todos que reparam que os dois 'tt' do logo formam a Torre Eiffel.
7. Yoga Austrália

À primeira vista pode parecer apenas uma guria numa posição de yoga, mas a sua postura define o próprio mapa de Austrália.
8. Horror Films

Os mais simples são os mais brilhantes. O designer usou a própria bobina dos filmes para criar um fantasma.
9. Sun Mycrosystems

Este logo é um exemplo de um ambigrama, ou seja, as letras “U” e “N” criam, juntas, um “S”
10. NorthWest Airlines
![]() | |||
A genialidade deste logo é pelo fato de que, além do W e N (que são os indicadores de Norte e Oeste, logo, Noroeste) que estão digamos 'na mesma letra', a parte que sobra do W ainda aponta na direção Noroeste, que é o nome da empresa.
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Uma das principais características da nossa internet em 2012 é a praticidade e o visual limpo. Com poucos cliques você hoje curte uma foto, comenta algum acontecimento e adiciona amigos. Atualizar? Os sites fazem isso pra você, se não o fazem, aplicativos cumprem essa tarefa. Mas e nos anos 80, com uma informática tão primitiva? Encontrei este texto do Tech Tudo e achei interessante compartilhar com você.
Veja só que mesmo com limitações, era possível sim ter um Facebook em PC's de 2MB de RAM, 512MB de dísco rígido e internet de 24kbps.
O Facebook, na década de 1990, na visão do Squirrel Monkey (Foto: Reprodução/YouTube)
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Veja só que mesmo com limitações, era possível sim ter um Facebook em PC's de 2MB de RAM, 512MB de dísco rígido e internet de 24kbps.
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As principais ferramentas da Internet atual são conhecidas por contarem com interfaces visuais práticas e atraentes. Mas algumas pessoas resolveram recriar esses serviços, imaginando como eles seriam se fossem lançados na década de 1990.
O Facebook, na década de 1990, na visão do Squirrel Monkey (Foto: Reprodução/YouTube)
Os responsáveis por essa repaginação retrô das páginas do Facebook, Twitter e Google são os membros do site Squirrel Monkey, que usou de muita imaginação e algumas horas de programação para criar uma série de vídeos que retratam a experiência desses sites, em um tempo onde sequer se falava de uma Internet que permitisse o envio de um e-mail em poucos segundos.
Os vídeos fazem parte de um projeto do site, chamado “Wonders of the World Wide Web”, onde eles fazem uma espécie de demonstração das “novidades” da Internet, mas em um ambiente totalmente retrô, transportando o usuário no ambiente dos anos de 1980 e 1990. Por exemplo, na demonstração do Facebook, eles utilizam o Windows 3.11 e o navegador Netscape Navigator para apresentar o serviço que permite adicionar pessoas que você conhece (ou não) em seu perfil de usuário. Detalhe: o vídeo fala que o Facebook ainda está em desenvolvimento, e que conta com um pequeno problema: ele é um “serviço online”, uma vez que a Internet da época ainda era muito lenta.
Já o Twitter foi totalmente recriado para a década de 1980, com uma interface que lembram os programas desenvolvidos em linguagens que foram sucesso na época, como o BASIC, Cobol, entre outras. O resultado é um ambiente de uso bem confuso e muito colorido, onde o usuário precisa primeiro treinar qual é a cor designada para cada usuário, para depois fazer o envio da mensagem. Uma diferença importante desse “Twitter do passado” é que ele permite o envio de documentos e arquivos executáveis pela rede.
O Google também conta com uma interface que depende do MS-DOS para se tornar funcional, mas funciona via BBS, uma rede que se conectava aos números de telefones listados na rede de dados. O serviço permite que você faça uma busca simples, e nos resultados, no lugar de links para páginas web, os números de telefones para acesso aos conteúdos são apresentados. Para dar um tom bem humorado, eles adicionaram na página principal do “Google do passado” noticias fictícias, como “Ronald Regan visita a Bélgica por engano”, ou “Al Gore inventa a Internet”.
O projeto é muito interessante, não só pela criatividade aplicada, mas também pelo sentimento saudosista que cria entre os usuários mais veteranos. E como “bônus”, o pessoal do Squirrel Monkey criou vídeos de versões “retrô” de dois grandes sucessos do momento nas plataformas móveis, o Angry Birds e o Draw Something. É só conferir os vídeos abaixo.
Via Brainstorm 9 e Google Discovery
Se tem uma coisa que a gente ainda não tem noção na vida é o equilíbrio entre o não concordar e o jogar contra seu próprio time. Seja no grupo da faculdade, no seu time de futebol do bairro, numa igreja ou na reunião do condomínio, sempre vamos lidar com opiniões contrárias a nossa. Cabe a nós termos maturidade para lidarmos com isso e crescermos cada vez mais.
O que vejo muito hoje é uma geração mimada, que não aceita ser contrariada. Então normalmente ao lidar com algo que não concordamos, nós simplesmente começamos a fazer birra e decidimos jogar contra nosso próprio time.
Veja bem. Você pode discordar, você pode ter sua opinião, mas o rico de discordar é que você pode ouvir outras opiniões e aprender com elas. Ninguém pode te obrigar a concordar com a maioria, mas que podemos aprender muito ouvindo de tudo, isso a gente pode. É só depois de ouvirmos tudo, aprender a reter o que é bom e jogar fora o que não serve.
Uma discussão conta com duas ou mais partes que mesmo que não concordam, são inteligentes e maduros suficientes para aprenderem e crescer ouvindo opiniões contrárias a sua; quantas vezes eu como cristão não tive discussões saudáveis com amigos ateus, só pra citar um exemplo? A briga por sua vez conta com duas pessoas que não dão o braço a torcer, querem impor a sua opinião sobre o outro e no fim ninguém ganha e saem todos machucados.
Por isso, jogue com seu time. Se você não concorda com a maioria, continue fazendo sua parte. Crie discussões, coloque seu ponto de vista, pratique o que pensa a respeito, mas nunca saia do jogo ou dê espaços 'para o adversário'. Você vai ver que o maior vencedor desse jogo será você mesmo.
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O que vejo muito hoje é uma geração mimada, que não aceita ser contrariada. Então normalmente ao lidar com algo que não concordamos, nós simplesmente começamos a fazer birra e decidimos jogar contra nosso próprio time.
Veja bem. Você pode discordar, você pode ter sua opinião, mas o rico de discordar é que você pode ouvir outras opiniões e aprender com elas. Ninguém pode te obrigar a concordar com a maioria, mas que podemos aprender muito ouvindo de tudo, isso a gente pode. É só depois de ouvirmos tudo, aprender a reter o que é bom e jogar fora o que não serve.
Uma discussão conta com duas ou mais partes que mesmo que não concordam, são inteligentes e maduros suficientes para aprenderem e crescer ouvindo opiniões contrárias a sua; quantas vezes eu como cristão não tive discussões saudáveis com amigos ateus, só pra citar um exemplo? A briga por sua vez conta com duas pessoas que não dão o braço a torcer, querem impor a sua opinião sobre o outro e no fim ninguém ganha e saem todos machucados.
Por isso, jogue com seu time. Se você não concorda com a maioria, continue fazendo sua parte. Crie discussões, coloque seu ponto de vista, pratique o que pensa a respeito, mas nunca saia do jogo ou dê espaços 'para o adversário'. Você vai ver que o maior vencedor desse jogo será você mesmo.
A denúncia é gravíssima. Acho que por ficarem bravos conosco por descontarmos tudo o que passamos nas mãos deles enviando o João Kléber para lá, agora eles querem matar nossos humoristas. Tudo começou no triste dia que morreu o nosso Chico Anysio.
O jornal português 'O Público' fez uma matéria em seu site falando sobre o falecimento do Chico. Mas colocou a foto do Didi, o Renato Aragão, e fez de Chico um trapalhão ainda por cima.
Depois o site viu que tinha errado e trocaram a foto, errando de novo, pois da segunda vez a imagem era de Agildo Ribeiro.
E só na terceira vez conseguiram finalmente colocar uma foto de Chico Anysio no site, mas com a seguinte legenda: "Em Portugal, um dos programas de Anysio, Os Trapalhões, foi exibido pela SIC entre 1995 e 1998"
Depois, enfim o site corrigiu - e demitiu alguém - a matéria e tirou o Chico dos Trapalhões.
Veja como errar e corrigir o erro errando:
Imagens e matéria retirada do Page Not Found
E em tempo, vá com Deus, Chico =D
[...]
O jornal português 'O Público' fez uma matéria em seu site falando sobre o falecimento do Chico. Mas colocou a foto do Didi, o Renato Aragão, e fez de Chico um trapalhão ainda por cima.
Depois o site viu que tinha errado e trocaram a foto, errando de novo, pois da segunda vez a imagem era de Agildo Ribeiro.
E só na terceira vez conseguiram finalmente colocar uma foto de Chico Anysio no site, mas com a seguinte legenda: "Em Portugal, um dos programas de Anysio, Os Trapalhões, foi exibido pela SIC entre 1995 e 1998"
Depois, enfim o site corrigiu - e demitiu alguém - a matéria e tirou o Chico dos Trapalhões.
Veja como errar e corrigir o erro errando:
Imagens e matéria retirada do Page Not Found
E em tempo, vá com Deus, Chico =D
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