Quando eu estava no exército, fiz um teste de aptidão, solicitado a todos os soldados, e consegui 160 pontos.
A média era 100.
Ninguém na base tinha visto uma nota dessas e durante duas horas eu fui o assunto principal.
(Não significou nada – no dia seguinte eu ainda era um soldado raso da KP – Kitchen Police)
Durante toda minha vida consegui notas como essa, o que sempre me deu uma ideia de que eu era realmente muito inteligente. E eu imaginava que as outras pessoas também achavam isso.
Porém, na verdade, será que essas notas não significam apenas que eu sou muito bom para responder um tipo específico de perguntas acadêmicas, consideradas pertinentes pelas pessoas que formularam esses testes de inteligência, e que provavelmente têm uma habilidade intelectual parecida com a minha?
Por exemplo, eu conhecia um mecânico que jamais conseguiria passar em um teste desses, acho que não chegaria a fazer 80 pontos. Portanto, sempre me considerei muito mais inteligente que ele.
Mas, quando acontecia alguma coisa com o meu carro e eu precisava de alguém para dar um jeito rápido, era ele que eu procurava. Observava como ele investigava a situação enquanto fazia seus pronunciamentos sábios e profundos, como se fossem oráculos divinos.
No fim, ele sempre consertava meu carro.
Então imagine se esses testes de inteligência fossem preparados pelo meu mecânico.
Ou por um carpinteiro, ou um fazendeiro, ou qualquer outro que não fosse um acadêmico.
Em qualquer desses testes eu comprovaria minha total ignorância e estupidez. Na verdade, seria mesmo considerado um ignorante, um estúpido.
Em um mundo onde eu não pudesse me valer do meu treinamento acadêmico ou do meu talento com as palavras e tivesse que fazer algum trabalho com as minhas mãos ou desembaraçar alguma coisa complicada eu me daria muito mal.
A minha inteligência, portanto, não é algo absoluto mas sim algo imposto como tal, por uma pequena parcela da sociedade em que vivo.
Vamos considerar o meu mecânico, mais uma vez.
Ele adorava contar piadas.
Certa vez ele levantou sua cabeça por cima do capô do meu carro e me perguntou:
“Doutor, um surdo-mudo entrou numa loja de construção para comprar uns pregos. Ele colocou dois dedos no balcão como se estivesse segurando um prego invisível e com a outra mão, imitou umas marteladas. O balconista trouxe então um martelo. Ele balançou a cabeça de um lado para o outro negativamente e apontou para os dedos no balcão. Dessa vez o balconista trouxe vários pregos, ele escolheu o tamanho que queria e foi embora. O cliente seguinte era um cego. Ele queria comprar uma tesoura. Como o senhor acha que ele fez?”
Eu levantei minha mão e “cortei o ar” com dois dedos, como uma tesoura.
“Mas você é muito burro mesmo! Ele simplesmente abriu a boca e usou a voz para pedir”
Enquanto meu mecânico gargalhava, ele ainda falou:
“Tô fazendo essa pegadinha com todos os clientes hoje.”
“E muitos caíram?” perguntei esperançoso.
“Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar”.
“Ah é? Por quê?”
“Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto”
“E muitos caíram?” perguntei esperançoso.
“Alguns. Mas com você eu tinha certeza absoluta que ia funcionar”.
“Ah é? Por quê?”
“Porque você tem muito estudo doutor, sabia que não seria muito esperto”
E algo dentro de mim dizia que ele tinha alguma razão nisso tudo.
(por Isaac Asimov - Fonte Update or Die)
(tradução livre do original “What is inteligence, anyway?”)
É engraçado como as pessoas acham que precisam de grandes acontecimentos para sentir Deus. É engraçado como preparam eventos e criam expectativas. Muitas vezes senti Deus tão mais perto de mim dentro de 4 paredes do que em eventos como esses. E mais, é engraçado como certas pessoas se referem a Deus com toda aquela formalidade ao falar com Ele que, não julgo, mas me pergunto se elas falam assim com seus amigos, aqueles que elas se dizem íntimas.
Sabe, eu trato Deus com reverência sim, mas mais ainda como meu amigo. Acho tão superficial um relacionamento só de formalidades.
E é tão bom saber que Deus é sim, o meu Senhor, mas que mais ainda é meu amigo. Aquele cara que te acorda com um sorriso, que vai com você pra faculdade, que conversa com você no trabalho, que almoça contigo, que ao pôr-do-sol vai caminhar na beira da praia com você.
É bom saber também que no fim daquele dia tenso, você pode chegar em casa, sentar na cama, e convidar este seu amigo, para bater um papo sobre tudo o que lhe aconteceu. Desabafar no chuveiro, chorar feito um bebezão e ainda sentir o calor do abraço desse amigo.
Deus não é Deus de eventos e Ele nem quer ser. Ele é Deus de dia-a-dia. Ele é o Deus do seu cotidiano. Cotidiano conturbado muitas vezes, irritante, suado, estressante, horrível, mas Ele ainda é o Deus do seu dia-a-dia.
Deus, o amigo que se manifesta em detalhes. É o sol que reflete no rosto logo de manhã pela janela do quarto. É o pão que te alimentou pela manhã. É a segurança que te acompanhou até o trabalho. Aquele bilhete animador que um amigo mandou. É olhar de sua esposa e filhos, ou de seus pais e namorado, ou mesmo do seu cachorro.
Sacou o assunto desse texto? É Deus no seu dia-a-dia! Como um amigo, como alguém que está perto, não num trono, num céu distante, mas junto de você!
Hoje eu senti a presença de Deus tocando flauta-doce, ridiculamente, brincando com as melodias que saiam da minha flauta. Melodias que ficaram bonitas, melodias que fizeram sentido. Melodias que pude ouvir à Deus, em cada nota, na dinâmica que fosse.
Reconheça-O no seu dia-a-dia. Veja o colorido das flores, ouça os pássaros, a criança a brincar de bola, o idoso que se orgulha da vida. Tudo isso é um carinho de Deus em nós.
Por Camila Zaponi
Perdi muito tempo em minha vida assistindo pregações que apontavam a tecnologia e os meios de comunicação como o anticristo ou como sinais da temível “nova era” que nunca chegou. Primeiro a TV, depois a música e então a Internet. Tudo foi precipitadamente demonizado, aumentando ainda mais o abismo cultural do cristão em meio a um mundo em constante mudança.
Esta análise não é sobre os meios de comunicação em si, mas sobre como há um desafio ainda desconhecido de uma geração a respeito de como pode (e deve) um cristão interagir intensamente com a cultura que o cerca sem que seja corrompido por ela. Isto por que desconectar-se do mundo e da cultura é o mesmo que cometer suicídio ou mudar-se pra um convento afastado da civilização. Se não consumirmos/produzirmos cultura, nos afastamos das pessoas e perdemos a capacidade de traduzir as verdades eternas do Reino na linguagem que as pessoas compreendem.
Mas o ponto é: o que há de errado com a produção cultural contemporânea? Por que somos sutilmente corrompidos pelo desejo de espiar a vida alheia nos inúmeros reality shows? Por que assistimos novelas que mexem com nosso senso de justiça ao nos fazerem muitas vezes torcer pelo divórcio, pelo assassinato ou pelo bandido da história?
Quando li nos sites de notícias que alguns “crentes” estariam na nova edição do Big Brother, não esbocei a menor sensação de esperança. Quando vi a Globo transmitir um Festival Gospel produzido no Rio de Janeiro às custas dos cofres públicos, não fiquei nem um pouco animado. Quando cantores góspeis cantaram lado a lado com as “coleguinhas” semi-nuas no Caldeirão do Huck, percebi que tudo realmente não passa de mais do mesmo. Interesses comerciais continuam tentando manipular a opinião do cristão de modo a consolidar mais um mercado consumidor obediente e não crítico. E enquanto isso alguns de nós comemoram como se houvesse algum mérito em ter espaço na mídia.
Se seus olhos e sua alma pertencem à este modelo de produção cultural, sinto muito por você.
A verdade é que deste tipo de “cultura” eu quero distância. Creio sim que deveríamos participar do BBB, de shows e de programas de auditório. Mas como cristão autêntico, penso que se eu tiver uma chance de sair em rede nacional, não irei desperdiçar isto de maneira alguma. Quero ser como Michael Moore em 2002, quando recebeu o Oscar de melhor Documentário (Tiros em Columbine) e com toda a ousadia proclamou desaforos no microfone a respeito da política estadunidense e de seu então presidente George Bush. É claro que desde então Moore nunca mais será indicado a nenhum tipo de premiação, ainda que produza verdadeiras relíquias cinematográficas. Mas ele foi autêntico e ousado. Como nós que adoramos nos denominar “profetas” deveríamos ser.
A verdade é que deste tipo de “cultura” eu quero distância. Creio sim que deveríamos participar do BBB, de shows e de programas de auditório. Mas como cristão autêntico, penso que se eu tiver uma chance de sair em rede nacional, não irei desperdiçar isto de maneira alguma. Quero ser como Michael Moore em 2002, quando recebeu o Oscar de melhor Documentário (Tiros em Columbine) e com toda a ousadia proclamou desaforos no microfone a respeito da política estadunidense e de seu então presidente George Bush. É claro que desde então Moore nunca mais será indicado a nenhum tipo de premiação, ainda que produza verdadeiras relíquias cinematográficas. Mas ele foi autêntico e ousado. Como nós que adoramos nos denominar “profetas” deveríamos ser.
Selecionar o que consumimos é prudente e com certeza faz toda a diferença em nosso caráter. Mas isto não está restrito a regras do tipo “não veja TV”. Cada um deve discernir diretamente da parte de Deus quais são os limites considerados seguros para si. E se ultrapassar tais limites (ou exigir que outros se guiem pelos seus limites pessoais), então estará em pecado.
Maravilhoso será o dia em que formos capazes de influenciar os meios de comunicação pelos nossos valores inflexíveis. Que sejamos o povo do equilíbrio e da coerência, de modo que a mídia nos TEMA pelo motivo correto. Maravilhoso será quando soubermos aproveitar todas as oportunidades para relacionar a fé redentora em Cristo à cultura compreensível a este mundo. Que a ponte entre o Reino de Deus e The Matrix, entre a Redenção e Pulp Fiction, entre o discipulado e Clube da Luta… que tudo isto seja algo natural para nós, contribuindo de maneira não passiva.
Deus salve a cultura! E que Deus nos salve de nos corrompermos com as coisas tão belas que Ele mesmo nos permitiu criar.
Por Ariovaldo Jr para a Revista Expresso Cristão
A Time adora listas. É 100 'um monte de coisa' que eles sempre divulgam. É influencia, é Twitter, é riqueza e 100+ um monte de coisa. E agora divulgaram a lista dos 100 mais de todos os tempos. Pessoas que, segundo a publicação deram uma contribuição acima do comum (para o bem ou para o mal) e marcaram a sua geração a ponto das futuras continuarem conhecendo a vida e feitos destas pessoas.
E para a surpresa (não, para a nossa alegria não! hehe) geral da nação, o Zuckemberg faz companhia a homens como Napoleão, Leonardo da Vinci, Hitler ou Martin Luther King. Segundo a publicação, ele é a única pessoa do século XXI presente na lista.
Não, não é um artigo 'fanboy' do Zuckemberg, apesar de saber da importância dele para a nossa geração. A surpresa - e o bacana - é o fato dele ser totalmente o contrário do esteriótipo de gente sucedida da nossa geração, sem ternos e sem 'cara de executivo'. É curiosidade mesmo ver um ser que ia nas primeiras reuniões de negócios de chinelo ter essa influência e esse poder de 'mudar' (por favor, entenda este meu termo mudar aqui hein?) sua geração.
Como estou com uma baita preguiça de traduzir tudo e é facinho entender a matéria, estou enviando o link e te convido a ler pois é muito interessante, combinado?
Os 100 mais de todos os tempos da TIME
[...]
E para a surpresa (não, para a nossa alegria não! hehe) geral da nação, o Zuckemberg faz companhia a homens como Napoleão, Leonardo da Vinci, Hitler ou Martin Luther King. Segundo a publicação, ele é a única pessoa do século XXI presente na lista.
Não, não é um artigo 'fanboy' do Zuckemberg, apesar de saber da importância dele para a nossa geração. A surpresa - e o bacana - é o fato dele ser totalmente o contrário do esteriótipo de gente sucedida da nossa geração, sem ternos e sem 'cara de executivo'. É curiosidade mesmo ver um ser que ia nas primeiras reuniões de negócios de chinelo ter essa influência e esse poder de 'mudar' (por favor, entenda este meu termo mudar aqui hein?) sua geração.
Como estou com uma baita preguiça de traduzir tudo e é facinho entender a matéria, estou enviando o link e te convido a ler pois é muito interessante, combinado?
Os 100 mais de todos os tempos da TIME
Uma coisa que me deixa completamente maluco de doido é essa associação a 'coisa do capeta' que fazem ao lidar com 'propaganda subliminar' ou coisa do tipo. Como publicitário, é dever meu avisar você que não é bem assim. Se 'estúdios satanistas fazem coisas subliminares' e coisas do tipo, não significa que tudo que é subliminar é 'from hell'.
Para te mostrar que usar do subconsciente humano também pode ser algo muito criativo e bacana de se ver. Trago aqui algumas logomarcas famosas e que você provavelmente até conhece, porém conhecerá de uma forma diferente, vendo onde pequenos detalhes que passam desapercebidos podem fazer a diferença.
1. Amazon

Se você acha que a seta da Amazon simboliza apenas um sorriso, veja de novo. Além do sorriso que mostra a satisfação dos clientes, também indica que possui todos os artigos, de 'A' a 'Z', através da ligação da mesma seta.
2. Toblerone

A imagem da montanha é referência aos Alpes Suíços e também a um... urso. Sim meu amigo(a), como a terra natal dos Toblerones é em Berna, a 'cidade dos Ursos', repare que a montanha esconde um urso, representando ao mesmo tempo no logo os Alpes e a cidade de Berna com seus ursos.
3. FedEx

Para uma empresa de entregas, rapidez e agilidade são as marcas principais não são? E é por isso que a FedEx fixa isto mais forte na sua mente através da seta que está no 'Ex' da logo. Olhe de novo. Viu a seta? Agora sabe que eles querem dizer que são rápidos.
4. Baskin Robins

A marca queria dizer que tinha 31 sabores a escolha e... colocou na logomarca. Repare a parte rosa do 'BR' que se torna um '31'.
Eight Logo |
![]() |
| Qual a melhor maneira de reforçar a palavra 'OITO' na cabeça das pessoas? Simples, escreva o 'eight' usando apenas o número 8 e fazendo os ajustes necessários. |
6. Galerias Lafayette

Quem foi para Paris com certeza foi na Lafayette, porém não são todos que reparam que os dois 'tt' do logo formam a Torre Eiffel.
7. Yoga Austrália

À primeira vista pode parecer apenas uma guria numa posição de yoga, mas a sua postura define o próprio mapa de Austrália.
8. Horror Films

Os mais simples são os mais brilhantes. O designer usou a própria bobina dos filmes para criar um fantasma.
9. Sun Mycrosystems

Este logo é um exemplo de um ambigrama, ou seja, as letras “U” e “N” criam, juntas, um “S”
10. NorthWest Airlines
![]() | |||
A genialidade deste logo é pelo fato de que, além do W e N (que são os indicadores de Norte e Oeste, logo, Noroeste) que estão digamos 'na mesma letra', a parte que sobra do W ainda aponta na direção Noroeste, que é o nome da empresa.
|
Uma das principais características da nossa internet em 2012 é a praticidade e o visual limpo. Com poucos cliques você hoje curte uma foto, comenta algum acontecimento e adiciona amigos. Atualizar? Os sites fazem isso pra você, se não o fazem, aplicativos cumprem essa tarefa. Mas e nos anos 80, com uma informática tão primitiva? Encontrei este texto do Tech Tudo e achei interessante compartilhar com você.
Veja só que mesmo com limitações, era possível sim ter um Facebook em PC's de 2MB de RAM, 512MB de dísco rígido e internet de 24kbps.
O Facebook, na década de 1990, na visão do Squirrel Monkey (Foto: Reprodução/YouTube)
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Veja só que mesmo com limitações, era possível sim ter um Facebook em PC's de 2MB de RAM, 512MB de dísco rígido e internet de 24kbps.
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As principais ferramentas da Internet atual são conhecidas por contarem com interfaces visuais práticas e atraentes. Mas algumas pessoas resolveram recriar esses serviços, imaginando como eles seriam se fossem lançados na década de 1990.
O Facebook, na década de 1990, na visão do Squirrel Monkey (Foto: Reprodução/YouTube)
Os responsáveis por essa repaginação retrô das páginas do Facebook, Twitter e Google são os membros do site Squirrel Monkey, que usou de muita imaginação e algumas horas de programação para criar uma série de vídeos que retratam a experiência desses sites, em um tempo onde sequer se falava de uma Internet que permitisse o envio de um e-mail em poucos segundos.
Os vídeos fazem parte de um projeto do site, chamado “Wonders of the World Wide Web”, onde eles fazem uma espécie de demonstração das “novidades” da Internet, mas em um ambiente totalmente retrô, transportando o usuário no ambiente dos anos de 1980 e 1990. Por exemplo, na demonstração do Facebook, eles utilizam o Windows 3.11 e o navegador Netscape Navigator para apresentar o serviço que permite adicionar pessoas que você conhece (ou não) em seu perfil de usuário. Detalhe: o vídeo fala que o Facebook ainda está em desenvolvimento, e que conta com um pequeno problema: ele é um “serviço online”, uma vez que a Internet da época ainda era muito lenta.
Já o Twitter foi totalmente recriado para a década de 1980, com uma interface que lembram os programas desenvolvidos em linguagens que foram sucesso na época, como o BASIC, Cobol, entre outras. O resultado é um ambiente de uso bem confuso e muito colorido, onde o usuário precisa primeiro treinar qual é a cor designada para cada usuário, para depois fazer o envio da mensagem. Uma diferença importante desse “Twitter do passado” é que ele permite o envio de documentos e arquivos executáveis pela rede.
O Google também conta com uma interface que depende do MS-DOS para se tornar funcional, mas funciona via BBS, uma rede que se conectava aos números de telefones listados na rede de dados. O serviço permite que você faça uma busca simples, e nos resultados, no lugar de links para páginas web, os números de telefones para acesso aos conteúdos são apresentados. Para dar um tom bem humorado, eles adicionaram na página principal do “Google do passado” noticias fictícias, como “Ronald Regan visita a Bélgica por engano”, ou “Al Gore inventa a Internet”.
O projeto é muito interessante, não só pela criatividade aplicada, mas também pelo sentimento saudosista que cria entre os usuários mais veteranos. E como “bônus”, o pessoal do Squirrel Monkey criou vídeos de versões “retrô” de dois grandes sucessos do momento nas plataformas móveis, o Angry Birds e o Draw Something. É só conferir os vídeos abaixo.
Via Brainstorm 9 e Google Discovery
Se tem uma coisa que a gente ainda não tem noção na vida é o equilíbrio entre o não concordar e o jogar contra seu próprio time. Seja no grupo da faculdade, no seu time de futebol do bairro, numa igreja ou na reunião do condomínio, sempre vamos lidar com opiniões contrárias a nossa. Cabe a nós termos maturidade para lidarmos com isso e crescermos cada vez mais.
O que vejo muito hoje é uma geração mimada, que não aceita ser contrariada. Então normalmente ao lidar com algo que não concordamos, nós simplesmente começamos a fazer birra e decidimos jogar contra nosso próprio time.
Veja bem. Você pode discordar, você pode ter sua opinião, mas o rico de discordar é que você pode ouvir outras opiniões e aprender com elas. Ninguém pode te obrigar a concordar com a maioria, mas que podemos aprender muito ouvindo de tudo, isso a gente pode. É só depois de ouvirmos tudo, aprender a reter o que é bom e jogar fora o que não serve.
Uma discussão conta com duas ou mais partes que mesmo que não concordam, são inteligentes e maduros suficientes para aprenderem e crescer ouvindo opiniões contrárias a sua; quantas vezes eu como cristão não tive discussões saudáveis com amigos ateus, só pra citar um exemplo? A briga por sua vez conta com duas pessoas que não dão o braço a torcer, querem impor a sua opinião sobre o outro e no fim ninguém ganha e saem todos machucados.
Por isso, jogue com seu time. Se você não concorda com a maioria, continue fazendo sua parte. Crie discussões, coloque seu ponto de vista, pratique o que pensa a respeito, mas nunca saia do jogo ou dê espaços 'para o adversário'. Você vai ver que o maior vencedor desse jogo será você mesmo.
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O que vejo muito hoje é uma geração mimada, que não aceita ser contrariada. Então normalmente ao lidar com algo que não concordamos, nós simplesmente começamos a fazer birra e decidimos jogar contra nosso próprio time.
Veja bem. Você pode discordar, você pode ter sua opinião, mas o rico de discordar é que você pode ouvir outras opiniões e aprender com elas. Ninguém pode te obrigar a concordar com a maioria, mas que podemos aprender muito ouvindo de tudo, isso a gente pode. É só depois de ouvirmos tudo, aprender a reter o que é bom e jogar fora o que não serve.
Uma discussão conta com duas ou mais partes que mesmo que não concordam, são inteligentes e maduros suficientes para aprenderem e crescer ouvindo opiniões contrárias a sua; quantas vezes eu como cristão não tive discussões saudáveis com amigos ateus, só pra citar um exemplo? A briga por sua vez conta com duas pessoas que não dão o braço a torcer, querem impor a sua opinião sobre o outro e no fim ninguém ganha e saem todos machucados.
Por isso, jogue com seu time. Se você não concorda com a maioria, continue fazendo sua parte. Crie discussões, coloque seu ponto de vista, pratique o que pensa a respeito, mas nunca saia do jogo ou dê espaços 'para o adversário'. Você vai ver que o maior vencedor desse jogo será você mesmo.
A denúncia é gravíssima. Acho que por ficarem bravos conosco por descontarmos tudo o que passamos nas mãos deles enviando o João Kléber para lá, agora eles querem matar nossos humoristas. Tudo começou no triste dia que morreu o nosso Chico Anysio.
O jornal português 'O Público' fez uma matéria em seu site falando sobre o falecimento do Chico. Mas colocou a foto do Didi, o Renato Aragão, e fez de Chico um trapalhão ainda por cima.
Depois o site viu que tinha errado e trocaram a foto, errando de novo, pois da segunda vez a imagem era de Agildo Ribeiro.
E só na terceira vez conseguiram finalmente colocar uma foto de Chico Anysio no site, mas com a seguinte legenda: "Em Portugal, um dos programas de Anysio, Os Trapalhões, foi exibido pela SIC entre 1995 e 1998"
Depois, enfim o site corrigiu - e demitiu alguém - a matéria e tirou o Chico dos Trapalhões.
Veja como errar e corrigir o erro errando:
Imagens e matéria retirada do Page Not Found
E em tempo, vá com Deus, Chico =D
[...]
O jornal português 'O Público' fez uma matéria em seu site falando sobre o falecimento do Chico. Mas colocou a foto do Didi, o Renato Aragão, e fez de Chico um trapalhão ainda por cima.
Depois o site viu que tinha errado e trocaram a foto, errando de novo, pois da segunda vez a imagem era de Agildo Ribeiro.
E só na terceira vez conseguiram finalmente colocar uma foto de Chico Anysio no site, mas com a seguinte legenda: "Em Portugal, um dos programas de Anysio, Os Trapalhões, foi exibido pela SIC entre 1995 e 1998"
Depois, enfim o site corrigiu - e demitiu alguém - a matéria e tirou o Chico dos Trapalhões.
Veja como errar e corrigir o erro errando:
Imagens e matéria retirada do Page Not Found
E em tempo, vá com Deus, Chico =D
Sou completamente a favor da rivalidade. Pra mim o parmera é o café com leite de São Paulo, o curintia me diverte com os dramas da Libertadores e o são paulo esqueceu que o mundo continuou depois de 2005. Mas ao mesmo tempo eu não to nem aí pra ouvir 'Santos o ##@%#, lugar de peixe é dentro do aquário'. É rivalidade, mas é amizade mermão. Eu me divirto muito tirando sarro dos outros e me defendendo quando a tiração de sarro vem pro meu lado. Quanto torpedo com 'abraços do Messi' eu recebi na risada...
E pela enésima vez, vem alguém aqui usar de um blog, coluna de jornal, site ou portal pra falar do mesmo assunto: quebra pau de torcida organizada com mortos e feridos. Acho que já deu de ver bandido vestindo camisa de time né? Mas vamos parar de fingir ser radicais e discutir um pouco o assunto?
Meu pai foi um dos fundadores da Torcida Jovem do Santos, lá pelos anos 70. Viajou o país todo do mesmo jeito que fazem hoje. Viu clássicos, finais de campeonato, jogos nos lugares mais distantes no país e visitava sempre a Vila Belmiro. Diz ele que pra financiar as viagens, até lavar pratos em restaurante de estrada lavaram. E isso é muito legal. Brigas existiam? Lógico, mas sei lá, podemos dizer que naquele tempo as brigas eram 'divertidas', não havia essa cultura do ódio nem essa babaquice de ficar 'roubando faixa de torcida rival e por vídeo no Youtube com máscara na cara e pose de bandido'. Posso estar errado, mas comparado a hoje, era algo 'saudável', palavra essa que uso apenas para comparar dois momentos distintos (paz sempre, camarada).
E eu vou em estádios desde 1995. Vi Giovanni, vi as pedaladas do Robinho, vi o Tri da Libertadores e posso te falar com autoridade: vá ao estádio. Você não vai morrer nem apanhar. Afinal de contas você tem decência suficiente para não ficar provocando torcedor rival por qualquer coisa e também tem simancol pra não ficar desfilando com camisa de time por aí não é mesmo?
Então partindo desse princípio pergunto: Vale a pena ainda manter essas organizadas? Para mim é indiferente, afinal de contas não são as organizadas o problema e sim as pessoas. Na América Latina não existe torcida organizada, existem as Barra Bravas, onde não existe um estatuto, uma diretoria e logo, não existem sócios. Quer se juntar a Barra Amsterdan do Peñarol? Apenas junte-se a eles na arquibancada num jogo deles.
Partindo desse princípio, o camarada não vai mais estar com o agasalho da Gaviões, mas a intolerância e a cabeça de jumento dele vai gerar as mesmas brigas com o outro camarada imbecil que não está mais usando a bermuda da Jovem. A idiotice vai muito além da torcida.
Mas será que é tão difícil assim tirar vagabundo e bandido do nosso meio? Pois quem marca briga pra se matar por aí não faz apenas isso. Geralmente são pessoas com passagens, penas a cumprir e envolvimento com as piores coisas. Me atrevo a falar que se o raio do nosso sistema judiciário fosse levado finalmente para o século XXI (e não é discurso de Datena não, acredite) talvez nem precisássemos discutir estas coisas, afinal assassinato não é caso de 'discussão de organizações', e sim caso de polícia.
Por isso acho que acabar com as organizadas (mesmo não sendo adepto de nenhuma e achando que algumas vezes, acabam mais atrapalhando o espetáculo do que ajudando) é fruto daquela mania de brasileiro tapar o sol com a peneira, pois sempre que a situação aperta, buscamos o primeiro Judas disponível pra malhar, sem aprofundar uma discussão e irmos na raiz do problema.
A discussão é mais profunda do que isso e apenas fechar uma porta de quadra de torcida é a mesma coisa de quando atualizamos o antivírus do nosso computador: eliminamos um vírus e mil novos foram criados ao mesmo tempo.
Por favor, torcidas, polícia, políticos e sociedades em geral. Se ajudem. Vamos procurar juntos a raiz do problema. Vamos parar de fingir que esse assunto se resolve de uma maneira tão simples como um fechar de portões. O futebol e a vida agradece.
E você que é inteligente, vá ver seu time, mas não se misture com nenhum imbecil e tome os cuidados necessários, pois vale a pena.
Philip Yancey, 62 anos, escritor e
jornalista, é casado com Janet e vive nas montanhas do Colorado. É um
autor norte-americano muito consagrado no meio cristão internacional,
tendo ganhado diversos prêmios literários. Crescido em uma igreja
fundamentalista e racista no sul dos Estados Unidos, ele aprendeu ao
longo da vida que a graça é o ponto central do cristianismo que muitas
igrejas têm esquecido. Autor de Best-sellers como “Maravilhosa graça” e “Decepcionado com Deus”, Philip concedeu ao Trinta e Três seu ponto de vista sobre a Blogosfera.
33: Você é um dos mais
influentes escritores de nossos tempos. O que você tem a dizer sobre os
blogs? Poderiam os blogueiros ocupar o lugar antes ocupado apenas por
escritores de livros?
PY: Eu sou bem à moda antiga, e
gosto de segurar livros em minhas mãos, para que eu possa sublinhá-los
enquanto leio. Por essa razão, eu espero que os blogs não levem embora
os livros, apesar de saber que eles oferecem um novo e rápido (e mais
íntimo?) meio de comunicar com a nova geração. Na verdade, eu tenho meu
próprio blog. Não é muito regular, mas eu acho que ele me dá uma
liberdade de escrever quando eu quiser, sem datas marcadas; sobre o que
eu quiser, sem me preocupar com o quanto tenho que escrever. Em revistas
e livros, eu tenho que me preocupar com a extensão dos textos, mas não
no blog.
33: Que dicas você daria para
novos escritores ou para aqueles que gostariam de começar a escrever?
Você acha que começar um blog pode ajudar?
PY: A única forma de aprender a
escrever e se aperfeiçoar é escrevendo! Então, sim, criar um blog pode
ser uma ótima ajuda. Isso te força a colocar as palavras para fora,
brincar com elas, movê-las de lugar, descobrir o que comunica e o que
não. Além disso, blogs normalmente têm espaço para comentários, e a
segunda chave para começar a escrever é o feedback. Eu recomendo que os
aspirantes a escritores entrem em um pequeno grupo de outros como eles,
para que regularmente leiam os materiais uns dos outros, pedindo
comentários sobre o que funciona bem e o que não. Os blogs podem
providenciar esse serviço.
33: Como a internet pode ser
usada para mostrar a graça de Deus (não apenas com os blogs, mas também
com Facebook, Twitter e outros)?
PY: A internet atinge além das
barreiras culturais. Eu posso ouvir pessoas no Oriente Médio ou China,
por exemplo, que não poderiam me escrever pelo correio tradicional sem
correr perigo. Além disso, elas podem escrever de forma privada,
perguntas pessoais que não poderiam fazer num ambiente público. Eu tenho
notado uma tendência, entretanto, de as pessoas usarem a internet para
não mostrar a graça. Talvez a necessidade de uma resposta imediata faça
com que eles se tornem mais propensos a uma resposta incendiada de ódio
ou paixão, do que a uma resposta cuidadosa, fundamentada. Eu espero que
os cristãos sejam modelos de cuidado e reconciliação na internet –
afinal de contas, Jesus nos disse para amar os nossos inimigos.
33: Muitas pessoas no Brasil
têm tirado vantagem da oportunidade que a internet dá, para apontar
alguns defeitos da Igreja. O que você tem a dizer a respeito disso?
PY: Bem, a internet pode ser o lugar
mais seguro para vozes críticas da Igreja. Contudo, eu espero que eles
não usem isso como uma forma de criticar pessoas ou organizações
específicas. Caso contrário, pode-se tornar um lugar propício a fofocas
jogadas ao vento. Por outro lado, em alguns lugares não se tem acesso a
igrejas saudáveis, e a internet pode prover para essas pessoas um tipo
de “Igreja virtual”, permitindo que eles se conectem com cristãos
saudáveis e maduros. Nem todo mundo pode achar uma igreja repleta de
graça com a sã doutrina. A internet expõe outros modelos por aí com os
quais podemos aprender.
33: Como podemos fazer diferença em nosso mundo, apenas escrevendo?
PY: Eu faço essa pergunta a mim
mesmo o tempo inteiro. Uma vez eu escrevi um artigo sobre a diferença
entre minha vida isolada e a de minha esposa (Na época, ela era
assistente social em Chicago). Todas as noites ela vinha para casa com
histórias de resposta a reais necessidades humanas enquanto eu apenas
movia palavras e vírgulas numa tela de computador. Mas se eu escolhesse
bem sobre o que eu escreveria, eu poderia inspirar e nutrir pessoas como
minha esposa, que estava nas “linhas de frente” da fé. Eu me lembro de
autores que ajudaram a moldar meu estilo de vida e fé. Eles também se
assentaram em um quarto solitário e moveram palavras no computador, mas
eles me trouxeram esperança e saúde. Talvez eu possa fazer isso para
outros. Além disso, eu não poderia ser bom em serviço social ou
capelania! Todos nós temos diferentes dons, e escrever é apenas um – mas
é um que Deus também pode usar.
33: Aqui no Brasil, também, os
blogs têm ganhado espaço entre os jovens. Alguns destes chegam a passar
horas em frente ao computador lendo blogs de humor, e é muito comum
alguns (talvez muitos) desses blogueiros falarem coisas ruins sobre
Jesus, em grande parte porque as pessoas que supostamente deveriam ser
cristãs têm falado coisas estúpidas, que não estão na Bíblia. Você acha
que a mensagem da graça tem espaço nessa “blogosfera” ateísta?
PY: Eu acredito que tais blogs
oferecem uma oportunidade (e um desafio) aos cristãos de demonstrarem o
Fruto do Espírito descrito em Gálatas 5: amor, alegria, paz, paciência,
bondade, longanimidade, etc. Quando eu escrevo para blogs seculares,
fico impressionado com o quão maus, cruéis e desdenhosos os leitores
podem ser. Nosso trabalho como cristãos é mostrar um outro caminho,
mesmo quando nós discordamos. Ler blogs pode ser perda de tempo, embora
possa ser também uma “avenida” onde podemos viver nossa fé.
33: Como os cristãos podem
falar sobre assuntos polêmicos, como aborto, homossexualismo, pena de
morte, sexo antes do casamento, falando sobre graça, sem liberalismo nem
legalismo?
PY: Com certeza os cristãos têm
feito isso há bastante tempo em livros e artigos de revista. Eu espero
que tratemos o outro lado com respeito e dignidade. Nós devemos dar a
eles uma chance de expor o seu caso e, então, cuidadosamente e com
compaixão, explicar o motivo pelo qual nós possamos vir a discordar. Os
mesmos princípios que se aplicam a conversas e artigos em revista se
aplicam aos blogs. A grande questão é: como podemos mostrar o amor?
Responda a esta questão e você terá a resposta à pergunta que me fez.
Nós devemos seguir o exemplo de Jesus, que viveu entre pessoas que devem
ter o ofendido gravemente. No entanto, ele conseguiu atraí-los. Se os
cristãos apenas fossem mais parecidos com Jesus…
33: O quanto ler coisas na internet já te ajudou (se isso já aconteceu)?
PY: Eu uso a internet principalmente
para pesquisa. No passado, eu passava horas em bibliotecas para
rastrear a fundo os fatos sobre os quais gostaria de escrever. Agora eu
simplesmente uso o Google e tenho toda essa pesquisa instantaneamente,
na minha própria casa. Eu adoro isso! Eu não uso a internet para ler
artigos de opinião, apesar de usá-la para verificar as notícias de
fontes como a BBC.
33: Se Jesus vivesse em nossos tempos, você acha que ele teria um blog?
PY: Difícil de dizer. Ele era tão
sociável, que a maior parte de seu trabalho envolveu olhar as pessoas
nos olhos e tocá-las. Ele nunca deixou nada escrito. Por exemplo, na
única cena que temos dele escrevendo (em João 8), ele escreveu na areia,
que logo seria levada pelo vento. Então meu palpite é que ele não teria
um blog. Ele focava em pequenos grupos de pessoas, especialmente seus
12 discípulos, e não tinha especial interesse em comunicação em massa.
33: Foi uma honra para nós podermos te entrevistar! Deixe um recado para as pessoas que irão ler sua entrevista no Brasil.
PY: Eu fiquei muito honrado em ser seu primeiro entrevistado! Para os leitores, visitem o meu site: www.philipyancey.com!
Ou vocês podem me achar no Facebook, sendo que eu monitoro dois perfis,
o oficial, em inglês, e um outro, direcionado um pouco para a
Venezuela, que inclui muitas respostas em espanhol e português. Apenas
digite meu nome no Facebook que você verá uma foto marrom (meu site) e
uma foto verde (meu site internacional).
Philip tem uma seção em seu site,
chamada Writing (em inglês), onde dá muitas dicas para quem deseja
ingressar nesse mundo. Em diversos livros ele cita as alegrias e
dificuldades da vida de escritor, mas recomendo especialmente o livro
“Alma sobrevivente”, onde o autor revisa sua história citando diversas
pessoas, em sua maioria escritores, que o influenciaram a ser o cristão
que é hoje.
Por Daniela Nogueira
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